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Cris Monteiro NOVO
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Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil foi tema de Seminário organizado pela Prefeitura de São Paulo

Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil foi tema de Seminário organizado pela Prefeitura de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo promoveu nesta quarta-feira (8), o seminário “O Marco Legal do Saneamento Básico no aspecto da sua importância, aplicabilidade, responsabilidades e as regras do Artigo 35”. O evento foi organizado pela Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas (Seclima) e a abertura foi feita pelo Prefeito Ricardo Nunes. O mandato da vereadora Cris Monteiro acompanhou o evento de forma online.

O novo Marco do Saneamento (Lei Federal nº 14.026) trouxe importantes inovações legais. Uma delas tornou obrigatória, para as cidades que ainda não dispõem de recursos arrecadados especificamente para a gestão integrada de resíduos sólidos nos municípios, a implementação de medida para aumentar a capacidade econômica das prefeituras para arcar com esse serviço.

A meta do Governo Federal é alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto. Foram definidas, também, regras voltadas para drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos. Desde então, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) trabalha para criar um ambiente de segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade, a fim de atrair novos investimentos para universalizar e qualificar a prestação dos serviços no setor.

A capacidade de investimento do Governo Federal, dos estados e municípios, com recursos próprios ou provenientes de financiamentos, chega a R$ 7 bilhões por ano. No entanto, a necessidade do Brasil é dez vezes maior. É necessário investir cerca de R$ 70 bilhões, anualmente, para ofertar serviços de saneamento de maneira universal até 2033.

A cidade de São Paulo conta atualmente com 16.000 agentes de limpeza, 11.000 pessoas que trabalham na varrição, 5000 pessoas em coletas, 17.000 Km de vias, 5000 praças públicas, 3 aterros sanitários, 2 centrais de processamento de saúde, 120 ecopontos, além de gerar 10.000 toneladas de resíduos/ dia.

O Prefeito Ricardo Nunes reforçou que saneamento básico é questão de sobrevivência e deve ser tratado pelos governos federal, estadual e municipal, mas também pelo legislativo, pelo judiciário e pela sociedade civil. Saneamento é qualidade de vida.

Durante o evento, os palestrantes também defenderam uma maior transparência na prestação de contas. A sociedade precisa ter facilidade na fiscalização de onde está sendo gasto o dinheiro do seu imposto ou taxa. Isso precisa ficar claro na próxima concessão do lixo e em todas as outras.

Assista o evento na íntegra clicando aqui!!

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